quinta-feira, 22 de março de 2012

Texto de opiniao: Personagem perferida no auto de Gil Vicente

Para começar, queria dizer que a personagem que mais me despertou interesse no Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente, foi o do farde, embora não tinha sido pelos melhores motivos.

O frade foi a personagem que, a meu ver, Gil Vicente mais censura e por isso esta me despertou maior interesse.

Gil Vicente, com esta personagem, pretende criticar a parte superficial como muitos católicos praticavam a religião nesse tempo.

O frade quando chega á barca está acompanhado pela sua Florença e com um capacete, um escudo e espada. Estes foram os símbolos cénicos da personagem, frade, que desta forma representavam o desajuste entre a sua condição e a bela vida que levou. O frade quando passou pela barca do inferno e pela barca da salvação, mostrou ser confiante, festivo e despreocupado e usou argumentos em sua defesa, tais como o ser frade e de ter rezado muitas missas em vida, mas claro que também este tinha argumentos de acusação, como o facto de não ter respeitado o voto de castidade e deste ter tido uma vida pecadora.

Para concluir, queria dizer que o frade foi condenado ao inferno. As rezas, as missas e as comunhões que fez não lhe serviu de nada, pois o mais importante era praticar o bem e isso ele não o fez.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Eça de Queirós


  • José Maia de Eça de Queirós nasceu na Povoa de Varzim, em 25 de Novembro de 1845, é filho de José Maria Teixeira de Queirós e de Carolina Augusta Pereira d'Eça.



  • Frequentou a Universidade de Coimbra onde fez licenciatura em Direito e quando acabou esta exerceu advogacia e jornalismo.



  • Em 1870 foi nomeado administrador do Concelho de Leiria.



  • Aos 40 anos casou com Emília de Resende com quem teve 4 filhos.



  • Viveu durante 4 anos em Inglaterra e foram os seu melhores anos na sua carreira.



  • No Brasil teve uma marca de cigarros com o seu nome.



  • Morreu no dia 16 de Agosto de 1900 em Paris.

Intertextualidade com a crónica

Escolhi esta imagem para fazer intertextualidade com a crónica "Foi assim que me contaram", porque, tal como, na crónica, na imagem também demonstra a solidão e a tristeza.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Auto-avaliação de final de ano



Para começar, queria dizer que eu vou falar sobre a minha auto-avaliação do final do ano lectivo 2010/2011.


A nota do 3º período é uma nota que avalia o trabalho do aluno ao longo do ano lectivo todo.

A nota que acho que devo ter no final do ano é 4 visto que durante o ano lectivo me empenhei, participei nas aulas, fiz um trabalho bom sobre os lusiadas, tive boa nota na ficha de coordenação e subordinação, dinamizei o meu blogue, tenho um comportamento razoável e também tenho um caderno a meu ver organizado. E as notas dos periodos passados foram boas.
Se a nota de final de ano fosse só a contar com a prestação do aluno no 3º período, a meu ver eu tinha 3 visto que desci na nota da ficha de avaliação deste período para um satisfaz (pequeno) embora saiba que não é só o teste que conta...


Por fim, penso que eu podia me esforçar muito mais e assim teria melhores resultados nas fichas de avaliação o que me levaria a ter melhores resultados no final de cada período mas vou tentar para o próximo ano melhor os aspectos menos positivos que eu tenho na dischiplina de Lingua Portuguesa.

Trabalho sobre os Lusiadas

domingo, 19 de junho de 2011

João de Barros



Como se chamava?

João de Barros.

Onde e quando nasceu?

Nasceu na Figueira da Foz no dia 4 de Fevereiro de 1881.

Onde e quando morreu?

Morreu em Lisboa no dia 25 de Outubro de 1960.


Quem foi João de Barros?

João de Barros foi um poeta, pedagogo e publicista português. Também foi
um dos ultimos ministros dos negócios estrangeiros da primeira républica portuguesa.


João de Barros licenciou-se onde e em quê?
Ele licenciou-se na Universidade de Coimbra no curso de Direito.


A que se dedicou nos seus ultimos anos de vida?
Dedicou-se à adptação para a juventude de alguns dos mais famosos textos clássicos, publicando versões em prosa de Os Lusíadas, da Odisseia e de Homero.


Foi pai e sogro de quem?
Foi pai do professor Henrique de Barros, que viria a ser Ministro de Estado e Presidente da Assembeleia da Républica após o 25 de Abril de 1974.
Foi sogro do primeiro-ministro Marcelo Caetano.





Texto de opinião: Heróis

Em primeiro lugar, a meu ver um herói, apesar de ser um pouco confundido por ídolo, é uma pessoa que se destaca por um acto de extraordinária coragem, valentia, força de carácter, ou outra qualidade notável.


Muitas vezes um herói, para certas pessoas é um modelo a seguir pela sua coragem, pela sua humildade, pela sua honestidade e por tudo isto as pessoas querem ser como estes e não o devem fazer pois um herói cria-se a não tentar ser igual a alguém mas sim cria-se pelas suas qualidades.


Um herói é alguém que salva os outros sem ter super poderes. Um herói é aquele que salva os outros sem pedir nada em troca. Para mim um herói é também alguém que exerce um carácter nobre a serviço da sociedade, que sacrifica sua vida privada para o bem da comunidade, buscando assim, o bem comum.


Por fim, a meu ver, todos nós somos heróis, e por vezes nem damos por ela mas basta fazer alguém sorrir e ajudar alguém, que já estamos a ser um deles.